Marrocos divide os presos políticos saharauis de Gdeim Izik por várias prisões marroquinas

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Marrocos terminou o “julgamento da farsa” contra os presos políticos saharauis de Gdeim Izik em Setembro de 2017.  Tal como o julgamento militar de 2013, houve numerosas falhas legais e democráticas que denunciamos e condena-mos.

Que mais injustiças e abusos a ditadura marroquina quer cometer? Não lhe é suficiente condenar estes activistas e as suas famílias a 20, 30 anos e à prisão vitalícia?

E é com o orgulho característico desta ditadura, a ditadura marroquina que continua a cometer as piores atrocidades impunemente contra a população saharaui, enquanto a comunidade internacional não reage.

Embora seja um golpe grave para os prisioneiros e suas famílias (já em condições de garantias nulas), esta transferência implica grandes dificuldades para os seus familiares na mudança de cidades, trabalho, escola, economia, etc.

No entanto, Marrocos, por mais distancia a que os coloque uns dos outros, eles continuarão sempre a encontrar-se com activistas, e continuam muito claros e determinados nos seus objectivos e apoiados por um movimento de pessoas e solidariedade que continuará a lutar até à sua liberdade e à do povo saharaui.

Prisão El Aarjat / 1320Km de El Aaiun
Naama Asfari 
 
Prisão de Kenetra / 1335km de El Aaiun
Abdallahi Lakhfaouni
Ahmed Sbai
Mohamed Bourial
El housein Zaoui
Mohamed Elbachir Boutangiza
Abdallahi Abhah
 
Prisão Okacha, Casablanca / 1200km de El Aaiun
Abdeljalil Laaroussi
 
Prisão Tifilt / 1346km de El Aaiun
Khadda Bachir
Hassan Dah
Brahim Ismaili
Chaikh Banga
Abdallahi Toubali
Khona Babit
Haddi Med Lamine
 
Prisão Ait Melloul / 600km de El Aaiun
Lafkir Med Mbarek
Mohamed Bani
Sidi Ahmed Lamjayed
 
Prisão Bouzakarine / 460km de El Aaiun
Mohamed Tahlil
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Equipe Media
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